O Santa Rita Estates reafirma sua vocação para traduzir a diversidade dos terroirs andinos em vinhos de identidade precisa por meio de seus rótulos emblemáticos de suas vinícolas Santa Rita e Doña Paula. Das encostas pedregosas do Alto Maipo, no Chile, aos solos calcários de Gualtallary, na Argentina, cada origem imprime caráter único, revelando a profunda conexão entre solo, clima e variedade.
Apesar das diferenças geográficas, os vinhos ícones compartilham uma mesma filosofia: a busca pela máxima expressão do lugar. No Alto Maipo, no Chile, isso se traduz em Cabernet Sauvignon estruturados, minerais e longevos. Em Gualtallary, na Argentina, em Malbecs de altitude, tensos, calcários e precisos.
O Santa Rita Estates reafirma sua vocação para traduzir a diversidade dos terroirs andinos em vinhos de identidade precisa por meio de seus rótulos emblemáticos de suas vinícolas Santa Rita e Doña Paula. Das encostas pedregosas do Alto Maipo, no Chile, aos solos calcários de Gualtallary, na Argentina, cada origem imprime caráter único, revelando a profunda conexão entre solo, clima e variedade.
Apesar das diferenças geográficas, os vinhos ícones compartilham uma mesma filosofia: a busca pela máxima expressão do lugar. No Alto Maipo, no Chile, isso se traduz em Cabernet Sauvignon estruturados, minerais e longevos. Em Gualtallary, na Argentina, em Malbecs de altitude, tensos, calcários e precisos.
Mais do que vinhos, são interpretações líquidas dos Andes, onde cada safra, solo e microclima contribuem para narrativas únicas de sua origem.
Alto Maipo: Estrutura, mineralidade e longevidade
No Chile, o ícone Casa Real nasce em Alto Jahuel, no Vale do Alto Maipo — um dos terroirs mais prestigiados para Cabernet Sauvignon na América do Sul. Situado aos pés da Cordilheira dos Andes, o vinhedo histórico se beneficia de uma combinação singular de altitude (565 m), solos aluviais pobres e clima mediterrâneo com forte amplitude térmica.
Os solos, formados por cascalhos e pedras arredondadas de origem glacial e fluvial, apresentam baixa fertilidade, limitando naturalmente o vigor das videiras e favorecendo raízes profundas. Esse ambiente resulta em vinhos de grande concentração, com assinatura mineral marcada, taninos refinados e notável capacidade de guarda.
A safra 2020 expressa a face mais extrema desse terroir: um ano quente e seco que originou vinhos densos e estruturados, com fruta negra madura, grafite e textura poderosa. Já 2021 revela o contraponto climático — uma safra mais fresca e equilibrada, marcada por maior acidez, precisão aromática e elegância, evidenciando a plasticidade do Alto Maipo frente às variações sazonais.
Em ambas as safras, a identidade do lugar se mantém intacta: clareza mineral, profundidade de fruta e uma estrutura que sustenta décadas de evolução.
Gualtallary: Altitude, calcário e tensão
Na Argentina, a Selección de Bodega, da vinícola Doña Paula, explora outro extremo dos Andes com seus Malbecs de Gualtallary, no Vale de Uco, Mendoza. A Finca Aluvia, situada a 1.350 metros de altitude, representa um dos terroirs mais distintivos do país.
Aqui, o protagonismo é dos solos: perfis rasos, franco-arenosos, assentados sobre camadas de calcário e antigos depósitos aluviais. Em algumas parcelas, sedimentos ricos em calcário rosado reforçam a identidade mineral e a tensão dos vinhos. Esse substrato, aliado à altitude elevada, promove maturações lentas, com grande preservação de acidez e definição aromática.
Os Malbecs das safras 2021 e 2022 refletem esse ambiente com clareza. Em 2021, as condições climáticas equilibradas permitiram uma maturação suave e precisa, resultando em vinhos de harmonia entre fruta, acidez e taninos. Já 2022, com temperaturas ligeiramente mais frescas no final do ciclo, reforça a elegância e a pureza, com perfil ainda mais refinado e detalhado.
A vinificação cuidadosa, incluindo microvinificações, uso de leveduras nativas e երկար envelhecimento em carvalho francês, atua como ferramenta para revelar, e não mascarar, a identidade do terroir.
Sobre a vinícola Santa Rita
Fundada em 1880 no Vale do Maipo, a vinícola Santa Rita é uma das mais importantes da América do Sul e uma referência na produção de vinhos de origem única. Com presença em mais de 50 mercados, construiu uma reputação marcada pela consistência de seus vinhos e pela valorização de terroirs emblemáticos, como o Alto Jahuel, no Vale do Maipo. Em 2025, foi reconhecida como a melhor vinícola do mundo pela Forbes, consolidando um prestígio internacional apoiado por suas 12 aparições na lista das Marcas de Vinho Mais Admiradas do Mundo da Drinks International, 10 prêmios de Vinícola do Ano da Wine & Spirits e sua inclusão quatro vezes na lista dos Melhores Vinhedos do Mundo, tornando-se um destino turístico imperdível para os amantes do vinho e da história.
Sobre a Vinícola Doña Paula
Fundada em 1997, Doña Paula hoje se posiciona como uma das vinícolas mais importantes da Argentina, com mais de 700 hectares distribuídos em quatro vinhedos, sendo 100% vinhedos próprios para a produção de todos os seus rótulos. Estes vinhedos, estrategicamente localizados nas melhores regiões do país, procuram dar vida aos vinhos, que conseguem transmitir a expressão mais autêntica de cada terroir. Desde a sua criação, a Doña Paula tem apostado no desenvolvimento da viticultura de precisão, destacando variedades emblemáticas como Malbec, Cabernet Franc e Chardonnay. Um grande compromisso com a sustentabilidade tem sido inerente à sua filosofia desde o início.
(Com informações da assessoria)

