Durante muitos anos, os clubes de vinhos foram percebidos principalmente como uma forma prática de receber rótulos em casa. Alguns, ainda seguem este modelo. Mas hoje, o conceito evoluiu. Mais do que uma assinatura periódica, os clubes passaram a investir na construção de comunidades de apreciadores, oferecendo acesso antecipado a lançamentos, vinhos exclusivos, eventos, conteúdos especiais e experiências capazes de criar uma relação permanente entre consumidores e vinícolas. Esse movimento acompanha uma mudança no comportamento do consumidor, que busca cada vez mais autenticidade, pertencimento e conexão com as marcas. No universo do vinho, essa transformação ganha força à medida que as vinícolas compreendem que fidelizar vai além da venda recorrente: significa criar vínculos.
Para muitas vinícolas, o clube deixou de ser apenas um canal de comercialização para se tornar uma plataforma de relacionamento. A proposta é manter o consumidor próximo da história da vinícola, das pessoas que a constroem, dos bastidores da elaboração e das experiências que dão vida à marca. Na Vinhos Larentis, localizada no Vale dos Vinhedos por exemplo, o Premium Club Larentis, criado em 2018, ilustra esse movimento. Primeiro clube de uma vinícola brasileira familiar, hoje reúne mais de mil integrantes distribuídos por todos os estados brasileiros, que juntos absorvem cerca de 12% de toda a produção anual da vinícola, demonstrando a importância que o clube adquiriu tanto no relacionamento com os consumidores quanto na estratégia do negócio.
Para muitas vinícolas, o clube deixou de ser apenas um canal de comercialização para se tornar uma plataforma de relacionamento. A proposta é manter o consumidor próximo da história da vinícola, das pessoas que a constroem, dos bastidores da produção e das experiências que dão vida à marca. Na Vinhos Larentis, por exemplo, o Premium Club Larentis, criado em 2018, ilustra esse movimento. Primeiro clube de uma vinícola familiar do Brasil, hoje reúne mais de mil integrantes distribuídos por todos os estados brasileiros, que juntos absorvem cerca de 12% de toda a produção anual da vinícola.
Ao longo dos últimos anos, o clube deixou de oferecer apenas remessas periódicas de vinhos para incorporar benefícios como acesso antecipado a lançamentos, elaboração de rótulos exclusivos para os membros, eventos reservados aos integrantes. O exemplo mais recente é o Blend do Enólogo, vinho elaborado por André Larentis exclusivamente para os integrantes do clube. O corte de Merlot, Marselan e Malbec traduz uma interpretação pessoal do enólogo e permite que os membros conheçam uma criação que não integra o portfólio comercial da vinícola. Mais do que um rótulo exclusivo, o vinho representa a proximidade que o Premium Club procura construir entre seus integrantes, a família e equipe Larentis.
“As pessoas continuam entrando pelo vinho, mas permanecem quando criam uma conexão verdadeira com a história da vinícola. Nosso desafio é fazer com que cada remessa represente muito mais do que uma caixa de vinhos. Queremos que ela seja um convite permanente para viver a Larentis”, afirma André Larentis.
Cada vez mais, clubes de vinhos deixam de competir apenas pelo preço ou pela seleção de rótulos. A tendência é que a diferenciação esteja na capacidade de oferecer experiências, acesso, exclusividade e relacionamento contínuo. Em um mercado em que o consumidor valoriza autenticidade e conexões humanas, os clubes passam a ocupar um papel estratégico na construção de comunidades que compartilham valores e não apenas preferências de consumo.
(Com informações da assessoria)

